"E Deus amou o mundo de tal maneira, que entregou o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna" João 3.16
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O que é pecado?


Qual a definição de pecado? Qual foi o primeiro pecado? Deus odeia o pecado
O pecado é descrito na Bíblia como transgressão à lei de Deus (I João 3:4) e rebelião contra Deus (Deuteronômio 9:7; Josué 1:18). O pecado teve seu começo com Lúcifer, a “estrela brilhante, o filho da manhã”, o mais belo e poderoso dos anjos. Não satisfeito de ser tudo isto, ele desejou ser o Deus altíssimo e esta foi sua queda e o começo do pecado (Isaías 14:12-15). Renomeado Satanás, ele trouxe o pecado à raça humana no Jardim do Éden, onde ele tentou Adão e Eva com a mesma fascinação: “sereis como Deus”.

Gênesis 3 descreve a rebelião de Adão e Eva contra Deus e contra Seus mandamentos. Desde este tempo, o pecado tem sido passado através de todas as gerações da espécie humana e nós, descendentes de Adão, herdamos dele o pecado. Romanos 5:12 nos diz que através de Adão, o pecado entrou no mundo e assim a morte veio a todos os homens, porque “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).

Através de Adão, a inclinação inerente ao pecado entrou na raça humana e os seres humanos se tornaram pecadores por natureza. Quando Adão pecou, sua natureza interior foi transformada por seu pecado de rebelião, trazendo a ele morte espiritual e depravação, que seriam passadas a todos os seus descendentes.

Os humanos se tornaram pecadores não porque tenham pecado, mas pecaram porque já eram pecadores. Esta é a condição conhecida como pecado herdado. Assim como herdamos características físicas de nossos pais, herdamos nossas naturezas pecaminosas de Adão. O Rei Davi lamentou sua condição de natureza humana decaída em Salmos 51:5: “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.”

Um outro tipo de pecado é conhecido como pecado imputado. Usado em circunstâncias financeiras e legais, a palavra grega traduzida como “imputado” significa tomar algo que pertence a alguém e creditar em conta de outro. Antes de ser dada a Lei de Moisés, o pecado não era imputado ao homem, mesmo sendo os homens já pecadores por causa do pecado herdado. Depois de a Lei ter sido dada, os pecados cometidos em violação à Lei foram imputados (creditados) a eles (Romanos 5:13). Mesmo antes que as transgressões à lei fossem imputadas aos homens, a pena máxima para o pecado (morte) continuava a reinar (Romanos 5:14).

Todos os humanos, de Adão a Moisés, foram sujeitos à morte, não por causa de seus atos pecaminosos contra a Lei mosaica (que eles ainda não tinham), mas por causa de sua própria natureza pecaminosa que havia sido herdada. Depois de Moisés, os humanos foram sujeitos à morte tanto por causa do pecado herdado de Adão como pelo pecado imputado por violar as leis de Deus.

Deus usou o princípio da imputação para o benefício da humanidade quando Ele imputou o pecado dos crentes a Jesus Cristo, que pagou a pena por estes pecados (morte) na cruz. Imputando nossos pecados a Jesus, Deus O tratou como se Ele fosse um pecador, apesar de não ser, e Ele o fez morrer pelos pecados de todos que algum dia Nele cressem. É importante compreender que o pecado foi a Ele imputado, mas Ele não o herdou de Adão. Ele carregou a pena pelo pecado, mas Ele nunca se tornou um pecador. Sua natureza pura e perfeita foi intocada pelo pecado. Ele foi tratado como se Ele fosse culpado de todos os pecados algum dia cometidos por todos que Nele cressem, apesar de não ter cometido nenhum. Em troca, Deus imputou a justiça de Cristo aos crentes e creditou nossa conta com Sua justiça da mesma forma como creditou nossos pecados em Sua conta (II Coríntios 5:21).

Pecado pessoal é aquele que é cometido todos os dias por cada ser humano. Por termos herdado uma natureza pecaminosa de Adão, nós cometemos pecados individuais e pessoais: tudo, desde mentiras supostamente inocentes até assassinatos. Aqueles que não colocaram sua fé em Jesus Cristo devem pagar a pena por estes pecados pessoais, assim como pelos pecados herdados e imputados.

Entretanto, os crentes foram libertos da eterna pena do pecado (inferno e morte espiritual).Agora podemos escolher se vamos ou não cometer pecados pessoais, pois temos o poder de resistir ao pecado através do Santo Espírito que habita em nós, nos santificando e nos mostrando nossos pecados quando os cometemos (Romanos 8:9-11). Uma vez que confessarmos nossos pecados pessoais a Deus e pedirmos por eles perdão, somos restaurados à perfeita comunhão com Ele. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”(I João 1:9).

O pecado herdado, imputado e pessoal, todos estes, já foram crucificados na cruz de Jesus, e agora “Em quem (Jesus Cristo) temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça” (Efésios 1:7).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
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Graça e Paz
Moacir Neto – Lidiomar Trazini
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Desarmando a Bomba do Ego

Como originou-se o primeiro pecado, certamente os outros pecados se originam; pois todo pecado tem no seu centro o egocentrismo. Todo pecado, em sua origem, é o ego em ação. A independência é a forma específica de como o ego se manifesta: "eu tenho minhas opiniões, meus desejos, meus alvos, minha identidade". Quando o homem optou por comer da árvore do conhecimento, o seu Ego, a sua alma, foi aumentado, e passou a ser o centro da personalidade humana. O propósito de Deus era  ( e é) que o espírito humano fosse o centro, mas o pecado transformou o homem em algo da alma, o homem se tornou almático. O espírito morreu, o ego se tornou o centro, por isso o homem passou a ser egoísta, egocêntrico.                                   
Mas podemos ver também que atrás de todo fruto da carne tem também o ego em ação. O que é inimizade? É quando o ego não é reconhecido. O que é raiva ? É o ego contrariado. O que é ciúme? É o medo de o ego ser suplantado. O que é divisão ? É o ego que sempre está certo e nunca abre mão. O que é inveja? É quando o ego não suporta que o outro tenha algo e ele não. Poderíamos analisar cada pecado e observar que o princípio subjacente a todos eles é a ação do ego.
O inimigo usa o nosso ego como aliado para produzir pressões ministeriais ou mesmo para criar conceitos errados que desemboquem em crises.
Conceito: eu fui o escolhido, então devo ser melhor que os demais. Pode ser verdade no mundo, mas não no reino de Deus. Aqui o pensamento é: há outros melhores que eu e ainda assim fui escolhido, preciso ser humilde e grato por isso.
Conceito: meu irmão foi disciplinado e eu não, então eu sou melhor que ele. O outro pastor está passando por muita tribulação e eu não, então sou mais santo que ele. O pensamento no reino deveria ser: não sou melhor que meu irmão, se ele está sendo disciplinado é melhor colocar a minha barba de molho. Se nos colocamos na mesma posição do outro, é de Deus, é bom!
Segundo a Palavra de Deus podemos concluir que existem pressões positivas e negativas, pressões que são boas e outras ruins. É inevitável que tenhamos pressões, mas precisamos discernir que tipo estamos enfrentando.
* Como pastor, precisamos poupar energias. O diabo consegue disfarçar muito bem ao ponto de parecer piedoso, genuíno.

A pressão positiva
A pressão positiva é aquela que procede do encargo do coração e do amor. Ela é muito poderosa, mas não acontece por acaso, é fruto de uma decisão que direciona o coração para o foco correto.
Além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente, a preocupação com todas as igrejas. II Cor.
 11:28
Paulo diz que ele tinha preocupação diária com todas as igrejas que ele tinha aberto. Não era uma pressão pequena, era algo que certamente  consumia energia.
Todavia essa preocupação, pressão ou encargo (chame como quiser) era resultado de um encargo de amor. Por amar os irmãos ele se preocupava com o desenvolvimento deles. Por amar os irmãos ele se preocupava que não houvesse divisão que recebessem a sã doutrina e tivesse um pastoreamento apropriado.
Não há como ser pastor sem enfrentar a pressão. Mas essa deve ser a pressão que nos impulsiona.

A pressão negativa
Ao contrário da pressão positiva que tem origem no amor, a pressão negativa tem origem no ego. É justamente essa pressão que o diabo usa para produzir desencorajamento e prostração no ministério.
Como ela funciona? Em vez de termos pressão pelo encargo da salvação das almas, ficamos angustiados pensando que se não multiplicamos a nossa reputação é destruída, não teremos relatório  a prestar e vamos ser envergonhados.
No primeiro caso o centro é o outro, mas no segundo a preocupação está inteiramente no ego.
Queremos pregar apropriadamente para edificar e ter uma igreja forte, mas quando não vendemos cds nos sentimos desqualificados. Isso é uma pressão inútil.
Se fomos honestos veremos que a maior parte das pressões que enfrentamos está em função do nosso ego e do seu desejo de ser reconhecido, visto, amado e honrado.
Alguns pais disciplinam os filhos mais por causa do que vão pensar deles do que para honestamente os instruírem livrá-los do erro.
Só tem sucesso genuíno quem faz por amor.

O assessor de imprensa
Todo artista possui um empregado chamado assessor de imprensa. A função dele é espalhar pela imprensa notícias boas a respeito do artista e além disso ele fica ali sempre incensando o astro dizendo o quanto ele é maravilhoso.
Essas pessoas são inofensivas até o momento em que o artista começa a acreditar que tudo aquilo é verdade.
O nosso ego normalmente só se levanta quando temos muitos assessores de imprensa e acreditamos neles.
Evidentemente é melhor ouvir elogios que críticas e é mais útil ser otimista e positivo que pessimista. No entanto quando só damos ouvido ao nosso assessor de imprensa estamos no começo do fim.
Todos nós precisamos de afirmação e palavras e elogio para sermos motivados. O incentivo da mãe, dos amigos, dos bajuladores, dos motivadores, são todos úteis por um momento. O problema começa quando além de ficarmos motivados passamos a acreditar que somos algo extraordinário.
O truque portanto é aprender a apreciar os elogios sem nos deixar controlar por eles.
Quanto mais você se julga ser alguma coisa, mais pressão. Quanto mais elogio, mais cegueira quando vier a critica. Algumas pessoas estão conosco por nossa causa; o melhor é ter pessoas que estão conosco por causa de um projeto.

Cuidado!
Há alguns sintomas de que o ego está tomando o controle e que o resultado será trágico.
           Você começa a se considerar acima das leis e regras que se aplicam aos outros de maneira geral.
           Você não conhece o preço pago, mas diz: se o pastor fulano fez, eu posso fazer também.
           Você acha que não deve explicações e nem desculpas a ninguém.
           Não é preciso responder a ninguém pelos seus atos.
           Se algo der errado você não precisa reconhecer seu erro.
           A crença em nossa superioridade ou maturidade pode nos levar a colocar a culpa nos outros pelos problemas.

Desarmando a bomba do ego
O problema básico de quem se deixa embriagar pelo ego é o engano completo em que vive. Basta um pouco de luz e bom senso que a força do ego se esvai completamente.
É bom não se enganar, mas precisamos vigiar para não sermos enganados por nenhum assessor de imprensa. Para isso faça alguns questionamentos:

1. Quem está elogiando? Que conhecimento ele tem?
Quem o está elogiando está realmente qualificado para dizer que você é o maior pregador do século ou o pastor mais extraordinário do país? Se ela não tem conhecimento para fazer essa afirmação é melhor se informar melhor.

2. Ele tem algo a ganhar com o elogio?
É comum o vendedor dizer que alguém tão inteligente, sensato, capaz e próspero como você não pode ficar sem o produto X.
Alguns elogiam por maldade, outros por mera bajulação.

3. Será que o fato de eu não ver o lado negativo significa que ele realmente não existe?

Todo rei deveria manter uma criança por perto para avisar quando ele estiver nu.