"E Deus amou o mundo de tal maneira, que entregou o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna" João 3.16
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O que vocês querem?


Você vislumbra um andarilho. Ele magnetiza multidões. Ele foge das multidões. As multidões o perseguem. Ele procura lugares retirados, o anonimato. A oligarquia decide matá-lo. O povo dá o veredito: crucifica-o!

Você vislumbra este homem através da distância de dois milênios e percebe que desde sua despedida uma nova fragrância persiste em perfumar os ares deste mundo. É o eco, a ressonância de sue Reinado.

O evangelista João, que bem de perto o acompanhou, escolheu colocar como primeira coisa nos lábios de Jesus uma pergunta: “O que vocês querem?” Este fato é extremamente revelador. Ele mostra que Jesus se aproximou do mundo não cheio de respostas prontas para os problemas da humanidade. Ele chega como uma pergunta.

O perguntar de Jesus se repete continuamente em sua caminhada juvenil pelas cidades da palestina. Ele nos ensina que antes de apresentar seus próprios ensinos ele se informou, se interessou, pelas ideias de seus contemporâneos.

Mais do que isso a primeira pergunta do ministério de Jesus, como Rabi, mostra que ele focou seu serviço na necessidade individual e interesse subjetivo de seus próximos: O que vocês querem?

A vontade humana, que tantas vezes se opõem à divina era de interesse do Filho. Pois Ele mesmo, ainda que divino, soube submeter sua própria vontade humana à do Pai, sem negá-la. “Seja feita a tua e não minha vontade”. Ele mesmo tinha uma vontade, que era diferente da do Pai.

Às vezes precisamos desta clareza, sabermos exatamente qual é nossa própria vontade, antes de submetê-la a Deus. E muitas vezes não sabemos nem ao certo o que realmente queremos.

Por isso Jesus insiste em nos perguntar: O que vocês querem? Na narrativa de João o desejo sincero e legítimo dos discípulos era saber onde Jesus morava, era conhecê-lo um pouco mais de perto. E foi atendido. Não sabemos ao certo o que se passou ali debaixo daquele teto. Mas sabemos que foi suficiente para eles voltarem dizendo que haviam encontrado o Messias. Ali iniciou-se um relacionamento que não teve mais fim. E aqueles discípulos acompanharam seu Mestre até os pés da cruz.

Você vislumbra um andarilho. Ele magnetiza multidões. Ele foge das multidões. As multidões o perseguem. Ele procura lugares retirados, o anonimato. E insiste a nos perguntar: O que vocês querem?

por Rogério Brandão (Ultimato)

O escudo da fé e os dardos inflamados do maligno





“Tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” – Efésios 6.16. Em toda guerra espiritual o versículo 16 de Efésios 6 é um dos pontos centrais para os cristãos e entendê-lo completamente pode ser o diferencial para aqueles que saem vitoriosos na batalha contra as forças das trevas.

Neste versículo Paulo cita uma das mais poderosas armas de Deus e uma das mais terríveis armas de Satanás contra nós. Veremos detalhadamente esse assunto, o qual é de suma importância para nosso crescimento como servos de Deus.

Comecemos com as seguintes perguntas: que dardos são esses que Paulo menciona? Como o inimigo lança tais dardos? Em primeiro lugar a maior parte da batalha espiritual que passamos não ocorre do lado de fora dos nossos membros, mas dentro de nós.

É na mente que as grandes batalhas se travam e os dardos inflamados do adversário são costumeiramente lançados lá. O inimigo lança, continuamente, setas de dúvida, setas de medo, setas de ciúmes (obsessão), setas de perturbação e confusão, setas de maldade e malícia tais como ninguém, em sã consciência, conseguiria imaginar.

O inimigo é um estrategista e sabe como atacar cada um de nós. Ele não é onisciente, mas através de seus soldados, observa cada pessoa, buscando em sua vida brechas por onde possa atacar seus dardos. Ele não sabe o que se passa em sua mente (pois somente Deus tem essa capacidade), mas pode saber se está logrando êxito em algum ataque pela reação esboçada pela pessoa que é atingida.

Ele não pode ler sua mente, mas pode, por exemplo, “soprar” uma idéia suja nela, um pensamento estranho à sua real vontade, tentando convencê-lo daquilo que você talvez nunca desejou.

Já li relatos de pessoas, as quais, sofrendo tais ataques, voltaram-se contra filhos, para os matar, porque continuamente havia uma “vozinha” em suas mentes dizendo que deveriam fazer isso. Outros, em ataques de ciúmes, voltam-se contra os cônjuges, porque ouvem uma “vozinha” dizendo-lhes que existe uma traição escondida ou, então, que a mulher está saindo demais e é bom o marido vigiá-la de perto. Assim surgem complexos, traumas, obsessões e, em casos mais graves, homicídios e suicídios.

Há também os pensamentos de conteúdo negativo, violento ou sexual, que trazem grande angústia para muitos servos de Deus. As pessoas começam a sentir-se afastadas de Deus, longe da comunhão com Cristo, vazias do Espírito Santo e perdidas com relação à fé.

Tais pensamentos surgem como ondas, indo e vindo em diversos momentos, às vezes de forma mais fraca, outras de forma muito forte e constante. Pensamentos de blasfêmia e envolvendo a sexualidade com Deus também são vistos, aterrorizando as pessoas que sofrem esses ataques, fazendo-as desejar até mesmo a morte.

Eu li em um site, há pouco tempo, um rapaz de uma igreja que, sofrendo com tais ataques, tentou o suicídio, saltando do sexto andar de um prédio. Apesar dessa loucura e de várias fraturas sofridas pelo corpo, o rapaz não morreu e então pôde perceber que Deus era com ele.

Lendo recentemente um excelente livro sobre Guerra Espiritual pude constatar o que ocorreu com John Bunyan, autor do livro O Peregrino, quando foi afligido por uma verdadeira chuva de dardos inflamados do maligno. O trecho a seguir encontra-se no Livro Guerra Espiritual – Combatendo a Boa Batalha da Fé, de Brian Brodersen, nas páginas 22 e 26:

“Por aproximadamente um mês, uma grande tempestade abateu-se sobre mim, atingindo-me vinte vezes mais forte do que qualquer outra que já havia enfrentado. Ela assaltou-me aos poucos, parte por parte; primeiro, todo o meu conforto me foi tirado, depois as trevas se apoderaram de mim, então, rios de blasfêmias contra Deus, Cristo e as Escrituras fluíam no meu espírito, para a minha completa perplexidade e confusão.

Esses pensamentos blasfemos despertaram questionamentos em mim contra a própria existência de Deus e de seu único amado Filho. Questionava-me se existia realmente um Deus ou um Cristo e se as Escrituras Sagradas não eram apenas fábulas ou histórias da carochinha, em vez de ser a santa e pura Palavra de Deus.

O tentador também me atacava por meio de outros pensamentos: “Como posso afirmar que Jesus é o Salvador através das Escrituras se os mulçumanos podem fazer o mesmo em relação a Maomé? Como é possível que milhares de pessoas pelo mundo vivam sem conhecer o caminho para o céu? E se realmente existe um céu, somente nós, de uma parte da Terra, devemos ser abençoados por ele? Todos pensam que sua própria religião é a mais correta, tanto judeus e mouros, como os pagãos, e se Cristo, as Escrituras e a nossa fé também forem simplesmente um achismo?”.

Por vezes, esforcei-me a debater essas influências e citar algumas das frases do abençoado Paulo contra elas. Mas, aí de mim, por que logo caía quando assim o fazia, pois tais argumentos voltavam-se rapidamente contra mim. Embora tenhamos dado grande importância a Paulo e a suas palavras, ainda sim poderia dizer que, na verdade, ele foi muito sutil e astuto, enganando por meio de ilusões com a intenção de eliminar e destruir seus companheiros.

Essas influências, junto a muitas outras, as quais não posso e não ouso expressar nem com palavras nem à caneta, dominaram de tal maneira o meu espírito e sobrecarregaram o meu coração, igualmente em número, duração e força, que senti como se não houvesse mais nada dentro de mim além disso, dia e noite. Definitivamente, não havia espaço para mais nada. Também concluí que Deus, em grande ira para com a minha alma, me entregou a essas influências, para que fosse carregado por elas, como em um redemoinho.

Foi somente por meio do desgosto que esses questionamentos trouxeram ao meu espírito, que senti que havia algo em mim que se recusava a aceitá-los. Mas eu apenas pude considerar isso, quando Deus me permitiu engolir minha própria saliva, se não o barulho, a força e o poder dessas tentações já teriam me afogado.

Enquanto passava por essas tentações, constantemente minha mente colocava-se a amaldiçoar e xingar, e dizer graves coisas contra Deus, ou Cristo, seu Filho, e as Escrituras. Então eu pensei: “claro que estou possuído pelo diabo”.

E em outros momentos pensei novamente: “provavelmente fui privado do meu bom senso”. Em vez de enaltecer e magnificar o Senhor como os outros. Se eu apenas tivesse ouvido Ele falar, alguns dos mais horríveis e blasfemos pensamentos teriam sido postos para fora do meu coração.

Não importava se eu pensasse que Deus existia ou se, no momento seguinte, achasse que não existia nada disso, porque nem amor, nem paz, nem graça eu conseguia sentir dentro de mim. Essas coisas me afundaram em um profundo desespero, pois concluí que elas não poderiam, de maneira nenhuma, ser encontradas entre aqueles que amam a Deus.

Frequentemente, quando essas tentações se abatiam sobre mim, eu me comparava a uma criança que fora levada à força por um cigano, para longe de seus amigos e de seu país. Às vezes, eu chutava e também gritava e chorava, mas ainda estava amarrado às asas da tentação e o vento carregava-me para mais longe. Também pensei em Saul e o espírito demoníaco que o possuiu.

Tive o imenso temor de que a minha condição fosse a mesma que a dele (1 Samuel 16.14). Naqueles dias, quando ouvia outras pessoas falando sobre o que era pecar contra o Espírito Santo, o tentador despertava em mim o forte desejo de cometer tal pecado.

Eu não conseguia e nem podia ficar calado até que eu o cometi. Depois disso, nenhum outro pecado me servia mais, a não ser esse. Se para ser cometido fosse necessário colocá-lo em palavra, então, foi como se a minha boca o pronunciasse contra a minha própria vontade.

Essa tentação era tão forte, que, por muitas vezes, eu ficava preparado para lançar a minha mão debaixo do meu queixo, para impedir que a minha boca se abrisse. Nesse ponto, cheguei a pensar algumas vezes em me atirar de cabeça em uma poça de lama para não deixar a minha boca falar.”

Todas essas coisas são setas do maligno, dardos inflamados que ele atira para destruir o povo de Deus. Ele tenta, de todas as maneiras, destruir a fé, e uma das armas mais usadas para isso é convencer as pessoas que elas não tem mais salvação devido às coisas que passam por suas mentes. O diabo lança as setas, e ele próprio te acusa e te aponta por conta delas, esmorecendo a fé de muitos e paralisando a caminhada cristã.

Contudo, tudo isso pode ser contornado, derrubado por terra, desfeito, pelo poder da fé. Se alguém passa por lutas dentro de si mesmo, precisa compreender que isso ocorre porque ele está lutando para ser melhor com Cristo, não porque ele seja mau.

Alguém que não se importa com Cristo, não se importaria de toda maldade que passa em seu interior, mas se alguém é de Cristo, busca viver como nova criatura, terá imenso asco e abominação do menor dos pecados, e por isso, estará em contínua guerra interna.

E a vitória contra essa guerra é pelo poder da fé. Com a fé os dardos de Satanás são desfeitos, sua força é apagada. Não há dardo que possa ultrapassar o escudo potente da fé em Cristo. Por isso quando um ataque desses ocorrerem em sua vida, clame pelo Nome de Jesus, peça a Ele para te ajudar a ser vitorioso e cubra-se com o escudo da fé, rejeitando todo pensamento e sentimento que se levante contra a vontade do Senhor. Lembre-se que todas as coisas são possíveis ao que crê. 

Fonte: Instituto Gamaliel


Alimentos e Inimigos da Fé

A verdadeira fé agrada a Deus, sem ela nunca agradaremos ao Senhor;
·         Primeiramente devemos crer que Deus existe, para começarmos a expandir a nossa fé;
·         Fé é acreditar nas coisas mesmo sem vê-las, mas ter certeza que irá se concretizar;
·         A fé é ativa e a esperança é passiva;
·         Quem espera não faz nada para alcançar, quem tem fé acredita que suas atitudes estão ligadas a mão de Deus para trazer aquilo que se deseja;
·         Fé é ter certeza que já recebemos no segundo seguinte ao término de uma oração bem feita;
·         Fé nem sempre anda junto com emoções, não precisamos sentir, apenas crer;
·         Precisamos crescer em fé para sermos usados por Deus, para suportarmos mais coisas;
·         O alimento para a fé é a Palavra de Deus, tudo que precisa de alimento deve ser alimentado, caso contrário, perecerá;
·         A confissão da Palavra de Deus está relacionada ao crescimento da fé, então devemos orar confessando a Palavra do Senhor;

·         Existem cinco verdades bíblicas em que nossa confissão deve estar baseada:
o   Ter convicção do plano da salvação que Deus nos deu com Cristo;
o   Ter convicção do que Deus fez quando nos encheu de Espírito Santo;
o   Quem somos em Deus Pai através de Jesus;
o   O poder que a Palavra de Deus tem quando a confessamos;

·         A palavra de Deus é completamente íntegra e sem variação, é totalmente confiável e verdadeira;
·         A palavra de Deus é viva e se renova a cada dia, ela traz a resposta para qualquer situação, em qualquer tempo;
·         Ela é simples, porém direta, ela nos constrange porque está dentro de nós, viva;
·         A Palavra de Deus é a fonte de toda a oração, dessa forma ela frutifica, ela move a mão de Deus;
·         Tudo o que fizermos deve estar fundados na Palavra de Deus, tudo;
·         Quando alinhamos nossas orações com a Palavra de Deus, elas tornam-se poderosas;
·         Nós fomos redimidos por Jesus Cristo, Ele se tornou carne para se enquadrar na lei em sua plenitude;
·         Ele então nos comprou de volta, pagou o preço necessário para restabelecer nossa comunhão com o Pai, através do Seu sangue;
·         Nossa fé deve começar por aí, a partir desse princípio, a maldição estará quebrada;
·         Deus é o autor e consumador da nossa fé, Ele próprio nos deu uma porção de fé inicial, para que não recomeçássemos do zero;
·         Deus próprio nos acrescenta fé na medida em que estimulamos e exercitamos a que já temos;
·         Jesus nos resgatou da lei, como Deus é justiça a própria lei Dele estava se cumprindo, afinal, o Homem entregou ao diabo a sua autoridade, mas o plano de Deus sempre continuou vivo, e Jesus veio resgatar Seus irmãos;
·         A fé não se explica, simplesmente se tem;
·         Deus é tão bom que sacrificou um filho para todos os outros que crerem nessa verdade não mais venham a perecer;
·         Agora que Jesus comprou nossa liberdade, somos livres do pecado;
·         Portanto existem dois senhores, servimos a um quando pecamos, e servimos a outro quando fugimos do pecado;
·         Não podemos fazer pouco caso e negligenciar esse fato que transformou a história do mundo;
·         Agora como povo santificado, não vivemos mais servindo ao senhor do pecado, não temos os mesmos costumes e não freqüentamos os mesmos lugares, somos separados dos pecadores, vivemos juntos com os da família da fé, falando a mesma língua, das mesmas coisas, com um só coração e um só propósito, com o mesmo espírito;
·         Agora somos novas criaturas, refeitas pelas mãos do Criador;
·         Depois de Adão, todos nasceram da natureza do pecado, e Deus não habita onde existe pecado;
·         Agora porém, somos renascidos em Cristo Jesus, Ele é O elo, a ligação, a única ponte que nos leva ao Deus Pai;
·         Agora podemos fazer o que Deus sempre quis conosco: ter comunhão com Ele, se relacionar com Ele, viver com Ele, ele em nós, nós Nele, nós três fundidos numa só essência;
·         Jesus sabendo das promessas de Deus Pai, nos delegou autoridade e poder também;
·         Todo poder que passa pelas nossas vidas vem pelo canal que se chama Jesus, Ele foi o único que venceu o diabo jogando o jogo dele;
·         Jesus venceu e nos deu oportunidade de gozar os louros da Sua vitoria, de graça;
·         
   Temos que ter consciência e revelação da palavra do que somos em Cristo:
o   Somos embaixadores de Deus aqui na terra;
o   Somos representantes legais de Deus;
o   Somos canais onde levamos a verdade a todos;
o   Somos agentes de onipotência sobre enfermos e demônios;
o   Deus nos deu total acesso às suas coisas, somos um com Ele;
o   Temos acesso a toda a riqueza celestial;
o   Temos acesso a toda a sabedoria celestial;
o   Deus não impõe limites para derramar sua graça e suas bênçãos;
o   O principio de tudo isso é a fé, quanto maior nossa fé, mais teremos acesso às coisas divinas;
·         Jesus deixou a Sua gloria por nós, se humilhou, desceu fundo, não teve medo nem vergonha, tudo o que Jesus viveu, Ele viveu por que quis sim, Ele serviu a todos;
·         Temos que ter consciência da justiça de Deus, pois quanto maior a cruz em nossas vidas, mais irrepreensíveis estaremos e mais forte será nossa intercessão, e nossa suplica mais poderosa;
·         Muitas pessoas ainda se entristecem pelas lembranças do velho Homem, do que se alegram pela graça de ser nossa criatura;
·         Um dos maiores males da humanidade é alegrar-se pouco pela grandeza da justiça divina em suas vidas, e se enfraquecem muito pelas mentiras do inimigo;
·         Ter revelação da justiça de Deus é saber que uma couraça indestrutível protege nossos corações;
·         Como vimos no inicio do curso a incredulidade é o principio do pecado, e ele também é o principio do enfraquecimento, e vulnerabilidade que levam a morte espiritual;
·         Muitas vezes nos feriremos na guerra, essas feridas representam nossas quedas e deslizes;
·         O pecado deve ser um acidente, e não poderá comprometer nosso desempenho nessa guerra, deveremos tratar e cuidar bem de todos os ferimentos;
·         Não podemos simplesmente não vê-los ali, pois eles aumentarão e infeccionarão o corpo inteiro, nos enfraquecendo e nos levando pra morte;
·         Nossa natureza não é de pecador lutando pra ser santo, é de santo lutando contra o pecado;
·         O sangue de Jesus é capaz de cobrir nossos pecados, Ele sara;
·         Primeiramente devemos identificar o pecado, depois se arrepender dele, após deixá-lo totalmente;
·         Existem coisas no Reino de Deus que devem estar explicitas e claras em nossas vidas, uma delas é de que o Espírito Santo habita dentro de nós, e Ele quer se manifestar, ninguém gosta de viver em cativeiro, Ele também não gosta;
·         Deus é a vida que está dentro de nós, é Ele quem vive através de nossas vidas, que sempre foram Dele;
·         Fé é algo espiritual, portanto a compreensão humana está aquém dessa revelação;

·         Como já vimos antes, a falta de conhecimento e revelação da Palavra, a ignorância e despreparo, a descrença de algumas passagens bíblicas, usar apenas os olhos carnais, os olhos humanos, estar ansiosos e inquietos, ter dúvidas e medos, poderão minar nossa fé, talvez até o ponto em que ela se apague, essas coisas são muros construídos em torno dos nossos corações.